Vejo a educação desmotivada, sem vontade de mudanças, de aperfeiçoamentos, de crescimento. Os alunos de modo geral vem para a escola munidos de celulares e maquinas digitais como se estivessem em um encontro social (não estou condenando o uso!) Nós, os professores, já temos uma luta diária: Sair da Cama, olhar no espelho e pensar: Bem que poderia ser sexta já.
Cade as reflexões, os grandes alunos com visão política que conseguiam debater assuntos relevantes com os professores, exigindo dos mesmos conhecimento de conteúdo, conhecimento teórico e prático.
Estamos num círculo vicioso em que os professores fingem ensinar, os alunos fingem que aprendem. O governo finge que não sabe disso. E vivemos todos felizes parecendo os Burros Motivados, aqueles das críticas do Roberto Shinyashiki que apenas esperam o fim do mês para abrir a conta bancária.
Mas como todo professor filosófico que não escolheu a profissão por ter um "diploma", mas sim por acreditar num mundo melhor e acredita ainda que podemos mudar o mundo através da educação... Continuaremos a falar para as paredes, quem sabe atingimos alguem como no ditado popular: Dizem que as paredes tem ouvido né!
1 comentários:
Qual o perfil dos estudantes de hoje?
Vejo a educação desmotivada, sem vontade de mudanças, de aperfeiçoamentos, de crescimento. Os alunos de modo geral vem para a escola munidos de celulares e maquinas digitais como se estivessem em um encontro social (não estou condenando o uso!) Nós, os professores, já temos uma luta diária: Sair da Cama, olhar no espelho e pensar: Bem que poderia ser sexta já.
Cade as reflexões, os grandes alunos com visão política que conseguiam debater assuntos relevantes com os professores, exigindo dos mesmos conhecimento de conteúdo, conhecimento teórico e prático.
Estamos num círculo vicioso em que os professores fingem ensinar, os alunos fingem que aprendem. O governo finge que não sabe disso. E vivemos todos felizes parecendo os Burros Motivados, aqueles das críticas do Roberto Shinyashiki que apenas esperam o fim do mês para abrir a conta bancária.
Mas como todo professor filosófico que não escolheu a profissão por ter um "diploma", mas sim por acreditar num mundo melhor e acredita ainda que podemos mudar o mundo através da educação... Continuaremos a falar para as paredes, quem sabe atingimos alguem como no ditado popular: Dizem que as paredes tem ouvido né!
Abraços
Teu blog está ótimo!
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